Vinte anos entre metalurgia e robótica. Cuida do desenho das células e da relação com a manutenção de cada cliente.
Uma casa de engenharia, não uma revenda de robôs.
Nascemos dentro do chão de fábrica e nunca saímos dele. Projetamos automação porque conhecemos, de perto, o custo de uma linha parada.
Campinas — desde 2013
Doze anos ajustando ciclos de produção.
A Xyra Veloqor Vynexa começou em 2013 com dois engenheiros e uma bancada em Campinas. O primeiro trabalho foi uma célula de solda que ninguém queria assumir — pequena demais para as grandes integradoras, complexa demais para a manutenção interna do cliente. Deu certo, e o telefone não parou.
Desde então mantivemos uma escolha incômoda: crescer devagar. Preferimos poucos projetos por vez, cada um perto da engenharia, a virar uma linha de montagem de propostas. É por isso que quem desenha a célula é quem vai ao campo ligá-la.
Automatizar não é trocar gente por máquina. É tirar da pessoa a tarefa que a máquina faz melhor — e devolver a ela a decisão.
Como pensamos automaçãoComo chegamos até aqui.
Uma trajetória feita de projetos, não de rodadas de captação. Cada marco abaixo veio de um cliente que precisou resolver algo concreto.
Uma bancada e uma célula de solda
Dois engenheiros, um galpão alugado no Distrito Industrial e o primeiro projeto de robótica entregue para uma metalúrgica da região.
Primeira estação de inspeção por câmera
Passamos a integrar visão computacional às linhas, unindo controle de qualidade e robótica no mesmo posto de trabalho.
A frota de robôs móveis
Primeiro projeto de AGV em um centro de distribuição. A logística interna virou uma frente própria dentro da agência.
Comissionamento virtual como padrão
Adotamos o gêmeo digital em todo projeto de célula. Testar o programa no modelo antes da máquina reduziu o tempo de partida em campo.
Uma equipe enxuta, presente em nove estados
Mais de sessenta projetos entregues e uma regra que não mudou: cada engenheiro conhece o campo em que a sua solução vai rodar.
O que guia cada decisão técnica.
Campo antes de proposta
Nenhum orçamento sai sem uma visita. É no chão de fábrica que aparecem as restrições que nenhuma planilha mostra.
Documentação que sobrevive
Entregamos manuais, diagramas e código comentado em português. A sua equipe precisa manter o sistema sem depender de nós.
Segurança desde o desenho
A conformidade com a NR-12 entra no projeto, não como remendo final. Máquina segura é máquina que produz sem interrupção.
Independência de fabricante
Especificamos o equipamento pela aplicação, não por acordo comercial. A escolha certa é a que a sua planta consegue manter.
Números na mesa
Definimos metas de ciclo e qualidade antes de começar. A entrega é medida contra esses números, não contra impressões.
Ritmo humano
Crescemos devagar de propósito. Poucos projetos por vez mantêm a engenharia perto de cada cliente.
Quem assina os projetos.
Uma equipe pequena de engenheiros que passam mais tempo no campo do que atrás de uma mesa.
Responsável pela frente de AGV e AMR. Foi de operadora de logística a engenheira de intralogística no mesmo setor.
Trabalha com visão computacional e metrologia. Traduz uma exigência de qualidade em um algoritmo que roda na cadência da linha.
Programa CLP, IHM e supervisório. Defensor de código comentado e de painéis que o operador entende sem manual.
Constrói os gêmeos digitais das células. Prefere errar no modelo, onde custa horas, e não no equipamento, onde custa semanas.
Equipe que viaja para as plantas, faz a partida em campo e mantém o canal de suporte aberto nos primeiros meses de operação.
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